GPS e Marcação de Imagem, Parte 2: Introdução ao GPS

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O Sistema de Posicionamento Global (GPS) é usado desde 1970, mas não era utilizado para muita coisa além de atividades militares e científicas até o início dos anos 2000, quando os receptores GPS começaram a ter um tamanho e custo administráveis.

Hoje, a função GPS pode ser adicionada a um dispositivo em um único chip menor que 1/4 polegada e custar apenas alguns dólares para a fabricação.

A maioria dos novos telefones celulares tem um receptor GPS neles para chamadas de emergência, embora isso nem sempre signifique que você pode usar o GPS sozinho.

O GPS funciona por ter uma constelação de 24 a 32 satélites que orbitam pela Terra, cada um com um relógio atômico e um rádio.

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Essencialmente, o GPS se resume a um punhado de satélites irradiando um sinal que determina que horas são e onde estão.

O receptor, então, pega a informação e descobre quanto tempo levaram os diferentes sinais para chegarem.

Usando essa informação, ele pode determinar a distância de cada satélite. Depois de ter três bons sinais, você pode corrigir sua posição em três dimensões, e cada correção adicional dá uma localização mais precisa, por vezes, até alguns metros.

Descobrindo o GPS

A maioria dos programas de GPS e dispositivos portáteis têm características semelhantes:

  • Tela de sinal de satélite GPS;
  • Mapa Satélite;
  • Localização, tempo, velocidade e estatísticas do sinal na tela;
  • Mapa, trilha, pontos de interesse, de início ou de destino;
  • A maioria pode ser alternado entre métrica e imperial (milhas, quilômetros, pés, metros, etc) e até mesmo para as medições náuticas. As informações de localização são mostradas em graus, minutos e segundos (40°26’47″N 79°58’36″W); graus, minutos (40° 26,7717, -79° 56,93172), ou apenas graus simples (40,446195, -79,948862) ou “graus decimais”.

 

A primeira vez que você olha em um GPS, que mostra a tela de sinal de satélite ou um mapa, parece um pouco confuso, mas na verdade está apenas mostrando uma tela de diagnóstico que você pode ver o quão bom é o sinal.

Alguns dispositivos irão dizer exatamente o quão preciso a correção é, em pés ou metros, quer como uma caixa de texto, quer como um círculo ao redor de sua localização em um mapa (uma espécie de “você está em algum lugar deste círculo”).

Quanto mais satélites são usados, melhor o sinal, e o círculo fica menor.

Devido o GPS consistir essencialmente de um grupo de satélites que orbitam no espaço dizendo que horas são e onde estão, você vai ter alguns problemas com o sinal (por isso irá precisar das telas de diagnóstico).

Em primeiro lugar, você provavelmente não vai ser capaz de obter um bom sinal dentro de um edifício com um telhado de metal ou que tenha um piso de concreto acima de você.

Os sinais GPS são fracos que às vezes você até tem dificuldade para obter uma boa conexão numa densa folhagem, que é particularmente irritante numa caminhada ao ar livre.

Há também o problema dos sinais refletidos: se você estiver andando por uma rua com prédios altos, você só pode receber o sinal direto de satélites que estão diretamente acima.

Os outros sinais estarão saltando os prédios, bagunçando os cálculos de distância e “diluindo” a precisão. Você verá figuras DOP em algumas das telas de diagnóstico, e quanto menor, melhor.

Então aí está o básico do que o GPS é e sabe-se que ele não vai funcionar em um prédio. Fique atento para as outras dicas.

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